Endovascular São Paulo
Síndromes Venosas Abdominais

Cockett, May-Thurner, Nutcracker e varizes pélvicas: quando a dor abdominal ou pélvica tem causa vascular

Dor pélvica crônica, inchaço desproporcional na perna esquerda ou varizes em locais atípicos podem ter uma causa em comum: compressão ou obstrução de uma veia abdominal. Usamos exames de imagem próprios para investigar o que a avaliação ginecológica, urológica ou ortopédica não encontrou.

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O que são varizes pélvicas?

Dor pélvica crônica sem causa aparente pode ter origem vascular. Entenda o que são as varizes pélvicas e como são tratadas.

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Entenda em imagens

Compressão da veia ilíaca: entenda a anatomia

Ilustração anatômica da compressão da veia ilíaca: a artéria ilíaca comum direita cruza por cima da veia ilíaca comum esquerda e a comprime contra a coluna vertebral, com um corte mostrando a veia achatada entre a artéria e a vértebra
No ponto em que a artéria ilíaca comum direita cruza por cima da veia ilíaca comum esquerda, a veia pode ficar comprimida contra a coluna vertebral. É o mecanismo comum às síndromes de May-Thurner e de Cockett.
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May-Thurner ou Cockett? Entenda a diferença e o tratamento

Mecanismo anatômico, diagnóstico por imagem com IVUS e tratamento com stent venoso, explicados em detalhe — incluindo por que só a perna esquerda costuma inchar.

Ler o guia de May-Thurner e Cockett
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Um caso de varizes pélvicas por síndrome de Cockett, contado por quem viveu

Um relato pessoal sobre a jornada de tratamento. Cada caso é único e os resultados variam — a equipe está à disposição para avaliar o seu.

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Anos de dor pélvica sem diagnóstico? Pode ser varizes pélvicas

Por que a investigação ginecológica de rotina pode não mostrar isso, como é feito o diagnóstico e como funciona a embolização — com dados reais de melhora da dor.

Ler o guia de varizes pélvicas
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Dor no testículo, sangue na urina ou varicocele que voltou? Pode ser Nutcracker

A síndrome de Nutcracker tem duas faces — dor pélvica e varizes atípicas na mulher, varicocele secundária no homem — e é uma causa que raramente entra na investigação inicial.

Ler o guia da síndrome de Nutcracker
Entenda

O QUE SÃO AS SÍNDROMES VENOSAS ABDOMINAIS?

Se a dor pélvica piora ao longo do dia, melhora quando você deita, e a investigação ginecológica não encontrou a causa, vale olhar as veias. O mesmo vale para o inchaço que só aparece na perna esquerda e para varizes que surgem na vulva, no glúteo ou na parte interna da coxa. São sinais de que o sangue não está saindo bem da pelve — por refluxo nas veias pélvicas ou por compressão de uma veia do abdome.

Duas situações se escondem aí, e a diferença muda o tratamento. Quando a veia ilíaca esquerda é comprimida pela artéria que passa por cima, sem trombose, chama-se síndrome de May-Thurner; quando já trombosou ou deixou sequela, chama-se síndrome de Cockett. Tratar antes que trombose é o que evita a evolução de uma para a outra. Já a compressão da veia renal esquerda (síndrome de Nutcracker) aparece na mulher como congestão pélvica e no homem como varicocele à esquerda, inclusive depois de cirurgia.

A investigação começa simples: consulta com exame dirigido e ultrassom Doppler feito por quem conhece essas síndromes. Conforme o caso, entram angiotomografia, angiorressonância e o ultrassom por dentro da veia (IVUS), que mede a compressão real. Só então se discute tratamento — embolização para o que precisa ser fechado, stent para o que precisa ser aberto. Se você se reconheceu nos sinais abaixo, agende a avaliação: a maior parte dessas pacientes convive anos com a queixa antes de alguém investigar a veia.

Ilustração anatômica do sistema venoso abdominopélvico, com veia cava, veias renais, ilíacas, gonadais e o plexo pélvico, e setas indicando o sentido do fluxo
Mapa venoso do espectro coberto pela desordem venosa pélvica: da veia cava ao plexo pélvico.
  • Dor pélvica crônica, que piora ao longo do dia ou ao ficar muito tempo em pé
  • Inchaço desproporcional na perna esquerda
  • Varizes em locais atípicos (vulva, região glútea, parte interna da coxa)
  • Dor lombar ou sangue na urina sem causa aparente
  • Investigação ginecológica, urológica ou ortopédica normal, sem explicar os sintomas

Síndrome de May-Thurner

Compressão da veia ilíaca esquerda pela artéria sobreposta, ainda sem trombose — o estágio em que tratar evita complicações.

Síndrome de Cockett

A mesma compressão, já com trombose ou sequela pós-trombótica — inchaço crônico, peso e maior risco de novos episódios.

Síndrome de Nutcracker

Compressão da veia renal esquerda entre duas artérias, causando dor lombar, sangue na urina e varizes pélvicas ou testiculares.

Varizes pélvicas

Veias dilatadas na pelve, associadas à congestão pélvica — dor crônica, peso e varizes em locais atípicos, como vulva ou coxa.

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Síndrome de May-Thurner e de Cockett em vídeo

O Dr. Igor Sincos explica por que a perna esquerda é a que mais sofre, como se confirma o diagnóstico e como é o tratamento por cateter.

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Fatores de risco

Por que essas compressões acontecem

Nenhuma delas é causada por hábito ou estilo de vida — a origem é anatômica, e alguns fatores aumentam a chance de dar sintomas.

Anatomia predisponente

A artéria ilíaca comum direita cruza naturalmente sobre a veia ilíaca comum esquerda — uma variação anatômica comum que predispõe a May-Thurner e Cockett.

Sexo feminino

As quatro síndromes são mais diagnosticadas em mulheres, por fatores anatômicos e hormonais.

Gestações

Cada gestação aumenta a pressão sobre as veias pélvicas — um dos principais fatores de risco para varizes pélvicas.

Longos períodos sentado ou em pé

Prejudicam o retorno venoso e podem agravar sintomas em quem já tem alguma compressão.

Tratamentos

Como tratamos

O tratamento depende de qual síndrome, e da gravidade — da vigilância clínica ao procedimento minimamente invasivo.

Stent venoso (May-Thurner e Cockett)

Expande a veia comprimida e restaura o fluxo, por punção, sem cortes.

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Embolização (varizes pélvicas)

Bloqueia por dentro as veias dilatadas responsáveis pela dor pélvica.

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Tratamento da compressão renal (Nutcracker)

Da vigilância clínica ao stent venoso, conforme a gravidade dos sintomas.

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Diagnóstico por imagem avançado

Ultrassom Doppler direcionado, angiotomografia ou angiorressonância e, quando necessário, ultrassom intravascular (IVUS) para medir a compressão por dentro da veia.

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Como é a recuperação de quem trata a veia certa

Um relato curto sobre os primeiros dias depois do procedimento para varizes pélvicas. Cada caso é único e os resultados variam — a avaliação define o que faz sentido no seu.

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Diferenciais

Por que nossos tratamentos

01

Tecnologia avançada

Usamos as técnicas mais modernas em cirurgia vascular e endovascular.

02

Equipe especializada

Cirurgiões vasculares titulados pela SBACV, com formação no Brasil e no exterior.

03

Foco no conforto do paciente

Abordagens menos invasivas para você voltar à rotina rapidamente.

Corpo Clínico

Quem são nossos especialistas?

Uma equipe de cirurgiões vasculares titulados, unindo experiência, tecnologia e atendimento humanizado no cuidado com você.

Foto de Dr. Igor Sincos

Dr. Igor Sincos

Cirurgia Vascular · Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular

Foto de Dr. Manoel Augusto Lobato dos Santos Filho

Dr. Manoel Augusto Lobato dos Santos Filho

Cirurgião Geral e Vascular

Foto de Dr. Paulo Laredo Pinto

Dr. Paulo Laredo Pinto

Cirurgião Vascular

Foto de Dr. João Tomio Fukuda

Dr. João Tomio Fukuda

Cirurgião Vascular

Foto de Dra. Carolina Mardegan

Dra. Carolina Mardegan

Cirurgiã Vascular e Endovascular

Foto de Dra. Clara Silva Freitas

Dra. Clara Silva Freitas

Cirurgiã Vascular e Endovascular

Foto de Dra. Daniella Viese Roth

Dra. Daniella Viese Roth

Médica

Foto de Dr. Gustavo Resstel

Dr. Gustavo Resstel

Cirurgião Vascular e Endovascular

Foto de Dra. Andrea Ostaszewski Klepacz

Dra. Andrea Ostaszewski Klepacz

Cirurgiã Vascular e Endovascular

Foto de Dr. Arnaldo Yoshimi Shiratori

Dr. Arnaldo Yoshimi Shiratori

Angiologista e Cirurgião Vascular

Foto de Dr. Ruy Otávio Barbosa

Dr. Ruy Otávio Barbosa

Cirurgião Vascular e Endovascular

Foto de Dr. Márcio dos Santos Meira

Dr. Márcio dos Santos Meira

Radiologista Intervencionista

Depoimentos

Quem confia na Endovascular SP

Avaliações publicadas por pacientes no Google, sobre a experiência de atendimento na clínica.

Excelente, frequento esta clínica há um bom tempo. Profissionais competentes, colaboradores atenciosos e muita organização.

Maria Teresa

Google · 08/2026
A estrutura da clínica é espetacular e compatível com os profissionais e médicos que aqui trabalham.

Márcia A.

Google · 07/2026
Excelente atendimento médico, com explicações muito detalhadas sobre o meu caso. Todos os funcionários são muito atenciosos e prestativos. Atendimento impecável do início ao fim.

Cátia P.

Google · 07/2026
Atendimento profissional e personalizado. Instalações ótimas com equipamentos de qualidade. Recomendo.

Sandro B.

Google · 08/2026

Ver todas as avaliações no Google

Instalações

Estrutura moderna com tecnologia de ponta

Deck coberto e jardim da clínica
Sala de medicina hiperbárica Oxy Prime, com as câmaras
Recepção da clínica Endovascular São Paulo
Sala de exame com ultrassom Doppler
Lounge dos pacientes
Consultório médico
Deck e jardim com bancos de pedra
Vista do parque em frente à clínica
Sagui no jardim da clínica
Fachada da clínica - Av. República do Líbano, 577
Sala de tratamentos estéticos
Corredor interno da clínica
Sala de espera

Localização privilegiada em São Paulo

Em área nobre, com fácil acesso e estacionamento próprio para uma experiência tranquila.

Ambiente moderno com tecnologia de ponta

Equipamentos de última geração para diagnósticos precisos e tratamentos minimamente invasivos.

Equipe médica titulada

Especialistas titulados pela SBACV, liderados pelo Dr. Igor Sincos, doutor e pós-doutor pela USP.

Resultados

Nossos números falam por nós

+50 mil

cirurgias realizadas pelo grupo Endovascular desde 2009.

+13 mil

pacientes atendidos com dedicação, por convênio ou particular.

+3 mil

procedimentos nos últimos 12 meses, com cerca de 450 casos de alta complexidade por ano.

"Membros salvos, vidas salvas: essa é a nossa missão."

Faça parte dessa transformação
Excelência

Atendimento exclusivo em São Paulo

Tecnologia avançada e atendimento exclusivo, com agenda dedicada e cuidado individualizado.

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Unidade Jardim Paulista

Av. República do Líbano, 577 — Jardim Paulista
São Paulo - SP · 04501-000

FAQ

Perguntas frequentes

Não. As duas são a mesma compressão anatômica — a artéria ilíaca direita comprimindo a veia ilíaca esquerda contra a coluna —, mas em momentos clínicos diferentes. May-Thurner é a compressão ainda sem trombose. Cockett é a compressão que já trombosou, ou a sequela que ficou depois de uma trombose. Tratar a compressão antes que ela trombose é o que evita a evolução de uma para a outra.

É a compressão da veia renal esquerda entre duas artérias. Pode causar dor lombar, sangue na urina e varizes pélvicas ou no testículo esquerdo.

São veias dilatadas na região da pelve, associadas à congestão pélvica, que pode causar dor pélvica crônica, sensação de peso e varizes que surgem em locais atípicos, como vulva, glúteo ou parte interna da coxa.

Sim. Quando a investigação ginecológica não encontra a causa, as varizes pélvicas e as compressões venosas abdominais devem entrar na investigação — é uma causa frequentemente subdiagnosticada.

Com ultrassom Doppler direcionado e exames de imagem como angiotomografia ou angiorressonância; em casos selecionados, o ultrassom intravascular (IVUS) durante o cateterismo confirma e mede a compressão por dentro da veia.

Depende da síndrome e da gravidade: vai do acompanhamento clínico à embolização das varizes pélvicas ou ao implante de stent venoso para aliviar a compressão — sempre com indicação individualizada.