Síndromes Venosas Abdominais

Cockett, May-Thurner, Nutcracker e varizes pélvicas: quando a dor abdominal ou pélvica tem causa vascular

Dor pélvica crônica, inchaço desproporcional na perna esquerda ou varizes em locais atípicos podem ter uma causa em comum: compressão ou obstrução de uma veia abdominal. Usamos exames de imagem próprios para investigar o que a avaliação ginecológica, urológica ou ortopédica não encontrou.

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O que são varizes pélvicas?

Dor pélvica crônica sem causa aparente pode ter origem vascular. Entenda o que são as varizes pélvicas e como são tratadas.

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May-Thurner ou Cockett? Entenda a diferença e o tratamento

Mecanismo anatômico, diagnóstico por imagem com IVUS e tratamento com stent venoso, explicados em detalhe — incluindo por que só a perna esquerda costuma inchar.

Ler o guia de May-Thurner e Cockett
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Um caso de varizes pélvicas por síndrome de Cockett, contado por quem viveu

Um relato pessoal sobre a jornada de tratamento. Cada caso é único e os resultados variam — a equipe está à disposição para avaliar o seu.

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Anos de dor pélvica sem diagnóstico? Pode ser varizes pélvicas

Por que a investigação ginecológica de rotina pode não mostrar isso, como é feito o diagnóstico e como funciona a embolização — com dados reais de melhora da dor.

Ler o guia de varizes pélvicas
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Dor no testículo, sangue na urina ou varicocele que voltou? Pode ser Nutcracker

A síndrome de Nutcracker tem duas faces — dor pélvica e varizes atípicas na mulher, varicocele secundária no homem — e é uma causa que raramente entra na investigação inicial.

Ler o guia da síndrome de Nutcracker
Entenda

O QUE SÃO AS SÍNDROMES VENOSAS ABDOMINAIS?

Ocorrem quando uma veia do abdome ou da pelve é comprimida ou obstruída, prejudicando o retorno do sangue e causando dor crônica, inchaço ou varizes fora do padrão comum. Duas delas costumam ser confundidas, e a diferença importa: a síndrome de May-Thurner é a compressão da veia ilíaca esquerda ainda sem trombose; a síndrome de Cockett é a mesma compressão, já trombosada, ou a sequela que ficou depois de uma trombose. É a mesma anatomia — a artéria ilíaca comum direita comprimindo a veia ilíaca comum esquerda contra a coluna — em dois estados clínicos diferentes, e tratar a compressão antes que ela trombose é exatamente o que evita a evolução de uma para a outra.

A síndrome de Nutcracker também tem duas faces clínicas bem diferentes. Na mulher, a compressão da veia renal esquerda costuma se manifestar como congestão pélvica — o mesmo quadro de dor pélvica crônica e varizes atípicas das varizes pélvicas tratadas nesta página, e por isso ela permanece aqui. No homem, a mesma compressão pode se manifestar como varicocele à esquerda, inclusive recidivada após cirurgia — um quadro com contexto e abordagem próprios, aprofundado no guia dedicado à síndrome de Nutcracker logo abaixo.

Congestão pélvica é o termo mais conhecido, mas descreve só um achado — o represamento de sangue nas veias da pelve. A nomenclatura atual, do grupo de trabalho internacional da American Vein & Lymphatic Society (classificação SVP — Sintomas, Varizes e Fisiopatologia, publicada no Journal of Vascular Surgery: Venous and Lymphatic Disorders, 2021), passou a chamar esse conjunto de desordem venosa pélvica: um espectro de refluxo e obstrução que envolve as veias renais, ilíacas, gonadais e o plexo pélvico, com apresentações que vão além da dor pélvica na mulher — incluindo a varicocele no homem, já mencionada acima. Os dois termos aparecem nesta página porque os dois seguem em uso: quem foi diagnosticado há mais tempo reconhece "congestão pélvica"; quem leu algo mais recente busca "desordem venosa pélvica".

Ilustração anatômica do sistema venoso abdominopélvico, com veia cava, veias renais, ilíacas, gonadais e o plexo pélvico, e setas indicando o sentido do fluxo
Mapa venoso do espectro coberto pela desordem venosa pélvica: da veia cava ao plexo pélvico.
  • Dor pélvica crônica, que piora ao longo do dia ou ao ficar muito tempo em pé
  • Inchaço desproporcional na perna esquerda
  • Varizes em locais atípicos (vulva, região glútea, parte interna da coxa)
  • Dor lombar ou sangue na urina sem causa aparente
  • Investigação ginecológica, urológica ou ortopédica normal, sem explicar os sintomas

Síndrome de May-Thurner

Compressão da veia ilíaca esquerda pela artéria sobreposta, ainda sem trombose — o estágio em que tratar evita complicações.

Síndrome de Cockett

A mesma compressão, já com trombose ou sequela pós-trombótica — inchaço crônico, peso e maior risco de novos episódios.

Síndrome de Nutcracker

Compressão da veia renal esquerda entre duas artérias, causando dor lombar, sangue na urina e varizes pélvicas ou testiculares.

Varizes pélvicas

Veias dilatadas na pelve, associadas à congestão pélvica — dor crônica, peso e varizes em locais atípicos, como vulva ou coxa.

Fatores de risco

Por que essas compressões acontecem

Nenhuma delas é causada por hábito ou estilo de vida — a origem é anatômica, e alguns fatores aumentam a chance de dar sintomas.

Anatomia predisponente

A artéria ilíaca comum direita cruza naturalmente sobre a veia ilíaca comum esquerda — uma variação anatômica comum que predispõe a May-Thurner e Cockett.

Sexo feminino

As quatro síndromes são mais diagnosticadas em mulheres, por fatores anatômicos e hormonais.

Gestações

Cada gestação aumenta a pressão sobre as veias pélvicas — um dos principais fatores de risco para varizes pélvicas.

Longos períodos sentado ou em pé

Prejudicam o retorno venoso e podem agravar sintomas em quem já tem alguma compressão.

Tratamentos

Como tratamos

O tratamento depende de qual síndrome, e da gravidade — da vigilância clínica ao procedimento minimamente invasivo.

Stent venoso (May-Thurner e Cockett)

Expande a veia comprimida e restaura o fluxo, por punção, sem cortes.

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Embolização (varizes pélvicas)

Bloqueia por dentro as veias dilatadas responsáveis pela dor pélvica.

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Tratamento da compressão renal (Nutcracker)

Da vigilância clínica ao stent venoso, conforme a gravidade dos sintomas.

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Diagnóstico por imagem avançado

Ultrassom Doppler direcionado, angiotomografia ou angiorressonância e, quando necessário, ultrassom intravascular (IVUS) para medir a compressão por dentro da veia.

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Diferenciais

Por que nossos tratamentos

01

Tecnologia avançada

Usamos as técnicas mais modernas em cirurgia vascular e endovascular.

02

Equipe especializada

Cirurgiões vasculares titulados pela SBACV, com formação em centros de excelência no Brasil e no exterior.

03

Foco no conforto do paciente

Abordagens menos invasivas para você voltar à rotina rapidamente.

Corpo Clínico

Quem são nossos especialistas?

Uma equipe de cirurgiões vasculares titulados, unindo experiência, tecnologia e atendimento humanizado no cuidado com você.

Foto de Dr. Igor Sincos

Dr. Igor Sincos

Especialista em Cir. Vascular e Endovascular

Foto de Dr. Manoel Augusto Lobato dos Santos Filho

Dr. Manoel Augusto Lobato dos Santos Filho

Cirurgião Vascular e Endovascular

Foto de Dr. Paulo Laredo Pinto

Dr. Paulo Laredo Pinto

Cirurgião Vascular

Foto de Dr. João Tomio Fukuda

Dr. João Tomio Fukuda

Cirurgião Vascular

Foto de Dra. Carolina Mardegan

Dra. Carolina Mardegan

Cirurgiã Vascular e Endovascular

Foto de Dra. Clara Silva Freitas

Dra. Clara Silva Freitas

Cirurgiã Vascular e Endovascular

Foto de Dra. Daniella Viese Roth

Dra. Daniella Viese Roth

Médica

Foto de Dr. Gustavo Resstel

Dr. Gustavo Resstel

Cirurgião Vascular e Endovascular

Foto de Dra. Andrea Ostaszewski Klepacz

Dra. Andrea Ostaszewski Klepacz

Cirurgiã Vascular e Endovascular

Foto de Dr. Arnaldo Yoshimi Shiratori

Dr. Arnaldo Yoshimi Shiratori

Angiologista e Cirurgião Vascular

Foto de Dr. Ruy Otávio Barbosa

Dr. Ruy Otávio Barbosa

Cirurgião Vascular e Endovascular

Foto de Dr. Márcio dos Santos Meira

Dr. Márcio dos Santos Meira

Radiologista Intervencionista

Depoimentos

Quem confia na Endovascular SP

Avaliações publicadas por pacientes no Google, sobre a experiência de atendimento na clínica.

Excelente, frequento esta clínica há um bom tempo. Profissionais competentes, colaboradores atenciosos e muita organização.

Maria Teresa

Google · 08/2026
A estrutura da clínica é espetacular e compatível com os profissionais e médicos que aqui trabalham.

Márcia A.

Google · 07/2026
Excelente atendimento médico, com explicações muito detalhadas sobre o meu caso. Todos os funcionários são muito atenciosos e prestativos. Atendimento impecável do início ao fim.

Cátia P.

Google · 07/2026
Atendimento profissional e personalizado. Instalações ótimas com equipamentos de qualidade. Recomendo.

Sandro B.

Google · 08/2026

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Instalações

Estrutura moderna com tecnologia de ponta

Deck coberto e jardim da clínica
Sala de medicina hiperbárica Oxy Prime, com as câmaras
Recepção da clínica Endovascular São Paulo
Sala de exame com ultrassom Doppler
Lounge dos pacientes
Consultório médico
Deck e jardim com bancos de pedra
Vista do parque em frente à clínica
Sagui no jardim da clínica
Fachada da clínica - Av. República do Líbano, 577
Sala de tratamentos estéticos
Corredor interno da clínica
Sala de espera

Localização privilegiada em São Paulo

Em área nobre, com fácil acesso e estacionamento próprio para uma experiência tranquila.

Ambiente moderno com tecnologia de ponta

Equipamentos de última geração para diagnósticos precisos e tratamentos minimamente invasivos.

Equipe médica de excelência

Especialistas titulados pela SBACV, liderados pelo Dr. Igor Sincos, doutor e pós-doutor pela USP.

Resultados

Nossos números falam por nós

+50 mil

cirurgias realizadas pelo grupo Endovascular desde 2009.

+13 mil

pacientes atendidos com dedicação, por convênio ou particular.

+3 mil

procedimentos nos últimos 12 meses, com cerca de 450 casos de alta complexidade por ano.

"Membros salvos, vidas salvas: essa é a nossa missão."

Faça parte dessa transformação
Excelência

Atendimento exclusivo em São Paulo

Tecnologia avançada e atendimento exclusivo, com agenda dedicada e cuidado individualizado.

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Av. República do Líbano, 577 — Jardim Paulista
São Paulo - SP · 04501-000

Unidade Anália Franco

R. José Oscar Abreu Sampaio, 96 — Jardim Anália Franco
São Paulo - SP · 03337-020

FAQ

Perguntas frequentes

Não. As duas são a mesma compressão anatômica — a artéria ilíaca direita comprimindo a veia ilíaca esquerda contra a coluna —, mas em momentos clínicos diferentes. May-Thurner é a compressão ainda sem trombose. Cockett é a compressão que já trombosou, ou a sequela que ficou depois de uma trombose. Tratar a compressão antes que ela trombose é o que evita a evolução de uma para a outra.

É a compressão da veia renal esquerda entre duas artérias. Pode causar dor lombar, sangue na urina e varizes pélvicas ou no testículo esquerdo.

São veias dilatadas na região da pelve, associadas à congestão pélvica, que pode causar dor pélvica crônica, sensação de peso e varizes que surgem em locais atípicos, como vulva, glúteo ou parte interna da coxa.

Sim. Quando a investigação ginecológica não encontra a causa, as varizes pélvicas e as compressões venosas abdominais devem entrar na investigação — é uma causa frequentemente subdiagnosticada.

Com ultrassom Doppler direcionado e exames de imagem como angiotomografia ou angiorressonância; em casos selecionados, o ultrassom intravascular (IVUS) durante o cateterismo confirma e mede a compressão por dentro da veia.

Depende da síndrome e da gravidade: vai do acompanhamento clínico à embolização das varizes pélvicas ou ao implante de stent venoso para aliviar a compressão — sempre com indicação individualizada.