Stent venoso (May-Thurner e Cockett)
Expande a veia comprimida e restaura o fluxo, por punção, sem cortes.
Agende sua avaliaçãoDor pélvica crônica, inchaço desproporcional na perna esquerda ou varizes em locais atípicos podem ter uma causa em comum: compressão ou obstrução de uma veia abdominal. Usamos exames de imagem próprios para investigar o que a avaliação ginecológica, urológica ou ortopédica não encontrou.
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Dor pélvica crônica sem causa aparente pode ter origem vascular. Entenda o que são as varizes pélvicas e como são tratadas.
Clique e agende sua consultaMecanismo anatômico, diagnóstico por imagem com IVUS e tratamento com stent venoso, explicados em detalhe — incluindo por que só a perna esquerda costuma inchar.
Ler o guia de May-Thurner e CockettUm relato pessoal sobre a jornada de tratamento. Cada caso é único e os resultados variam — a equipe está à disposição para avaliar o seu.
Agende sua avaliaçãoPor que a investigação ginecológica de rotina pode não mostrar isso, como é feito o diagnóstico e como funciona a embolização — com dados reais de melhora da dor.
Ler o guia de varizes pélvicasA síndrome de Nutcracker tem duas faces — dor pélvica e varizes atípicas na mulher, varicocele secundária no homem — e é uma causa que raramente entra na investigação inicial.
Ler o guia da síndrome de NutcrackerOcorrem quando uma veia do abdome ou da pelve é comprimida ou obstruída, prejudicando o retorno do sangue e causando dor crônica, inchaço ou varizes fora do padrão comum. Duas delas costumam ser confundidas, e a diferença importa: a síndrome de May-Thurner é a compressão da veia ilíaca esquerda ainda sem trombose; a síndrome de Cockett é a mesma compressão, já trombosada, ou a sequela que ficou depois de uma trombose. É a mesma anatomia — a artéria ilíaca comum direita comprimindo a veia ilíaca comum esquerda contra a coluna — em dois estados clínicos diferentes, e tratar a compressão antes que ela trombose é exatamente o que evita a evolução de uma para a outra.
A síndrome de Nutcracker também tem duas faces clínicas bem diferentes. Na mulher, a compressão da veia renal esquerda costuma se manifestar como congestão pélvica — o mesmo quadro de dor pélvica crônica e varizes atípicas das varizes pélvicas tratadas nesta página, e por isso ela permanece aqui. No homem, a mesma compressão pode se manifestar como varicocele à esquerda, inclusive recidivada após cirurgia — um quadro com contexto e abordagem próprios, aprofundado no guia dedicado à síndrome de Nutcracker logo abaixo.
Congestão pélvica é o termo mais conhecido, mas descreve só um achado — o represamento de sangue nas veias da pelve. A nomenclatura atual, do grupo de trabalho internacional da American Vein & Lymphatic Society (classificação SVP — Sintomas, Varizes e Fisiopatologia, publicada no Journal of Vascular Surgery: Venous and Lymphatic Disorders, 2021), passou a chamar esse conjunto de desordem venosa pélvica: um espectro de refluxo e obstrução que envolve as veias renais, ilíacas, gonadais e o plexo pélvico, com apresentações que vão além da dor pélvica na mulher — incluindo a varicocele no homem, já mencionada acima. Os dois termos aparecem nesta página porque os dois seguem em uso: quem foi diagnosticado há mais tempo reconhece "congestão pélvica"; quem leu algo mais recente busca "desordem venosa pélvica".

Compressão da veia ilíaca esquerda pela artéria sobreposta, ainda sem trombose — o estágio em que tratar evita complicações.
A mesma compressão, já com trombose ou sequela pós-trombótica — inchaço crônico, peso e maior risco de novos episódios.
Compressão da veia renal esquerda entre duas artérias, causando dor lombar, sangue na urina e varizes pélvicas ou testiculares.
Veias dilatadas na pelve, associadas à congestão pélvica — dor crônica, peso e varizes em locais atípicos, como vulva ou coxa.
Nenhuma delas é causada por hábito ou estilo de vida — a origem é anatômica, e alguns fatores aumentam a chance de dar sintomas.
A artéria ilíaca comum direita cruza naturalmente sobre a veia ilíaca comum esquerda — uma variação anatômica comum que predispõe a May-Thurner e Cockett.
As quatro síndromes são mais diagnosticadas em mulheres, por fatores anatômicos e hormonais.
Cada gestação aumenta a pressão sobre as veias pélvicas — um dos principais fatores de risco para varizes pélvicas.
Prejudicam o retorno venoso e podem agravar sintomas em quem já tem alguma compressão.
O tratamento depende de qual síndrome, e da gravidade — da vigilância clínica ao procedimento minimamente invasivo.
Expande a veia comprimida e restaura o fluxo, por punção, sem cortes.
Agende sua avaliaçãoBloqueia por dentro as veias dilatadas responsáveis pela dor pélvica.
Agende sua avaliaçãoDa vigilância clínica ao stent venoso, conforme a gravidade dos sintomas.
Agende sua avaliaçãoUltrassom Doppler direcionado, angiotomografia ou angiorressonância e, quando necessário, ultrassom intravascular (IVUS) para medir a compressão por dentro da veia.
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Não. As duas são a mesma compressão anatômica — a artéria ilíaca direita comprimindo a veia ilíaca esquerda contra a coluna —, mas em momentos clínicos diferentes. May-Thurner é a compressão ainda sem trombose. Cockett é a compressão que já trombosou, ou a sequela que ficou depois de uma trombose. Tratar a compressão antes que ela trombose é o que evita a evolução de uma para a outra.
É a compressão da veia renal esquerda entre duas artérias. Pode causar dor lombar, sangue na urina e varizes pélvicas ou no testículo esquerdo.
São veias dilatadas na região da pelve, associadas à congestão pélvica, que pode causar dor pélvica crônica, sensação de peso e varizes que surgem em locais atípicos, como vulva, glúteo ou parte interna da coxa.
Sim. Quando a investigação ginecológica não encontra a causa, as varizes pélvicas e as compressões venosas abdominais devem entrar na investigação — é uma causa frequentemente subdiagnosticada.
Com ultrassom Doppler direcionado e exames de imagem como angiotomografia ou angiorressonância; em casos selecionados, o ultrassom intravascular (IVUS) durante o cateterismo confirma e mede a compressão por dentro da veia.
Depende da síndrome e da gravidade: vai do acompanhamento clínico à embolização das varizes pélvicas ou ao implante de stent venoso para aliviar a compressão — sempre com indicação individualizada.