Centro de Doenças da Aorta

Excelência no tratamento de aneurisma de aorta e outros vasos

Tratamento de aneurismas de aorta e outros vasos com técnicas endovasculares (EVAR e TEVAR) por punção, sem necessidade de cirurgia aberta quando a anatomia permite — no Centro de Doenças da Aorta do Grupo Endovascular SP.

Atendimento humanizado · Resposta rápida pelo WhatsApp

Aneurisma: o que você precisa saber e como tratar com segurança
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Aneurisma: o que você precisa saber e como tratar com segurança

O Dr. Igor explica os riscos do aneurisma e como tratá-lo por punção, sem necessidade de cirurgia aberta, quando indicado.

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Fatores de risco

Principais fatores de risco para aneurisma

Hipertensão arterial e colesterol alto

Pressão alta e acúmulo de gordura enfraquecem as artérias ao longo do tempo.

Tabagismo

Fumar danifica a estrutura das artérias, tornando-as mais frágeis.

Histórico familiar de aneurismas

Se parentes já tiveram aneurisma, seu risco é maior.

Doenças genéticas

Condições como Síndrome de Marfan enfraquecem as artérias.

Tratamentos

Tratamentos inovadores para aneurismas

Aneurisma da Aorta

Reparos endovasculares (EVAR e TEVAR) com pequena incisão na virilha e stent na área afetada. Menos dor, recuperação rápida e sem cirurgia aberta.

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Aneurisma da Artéria Renal

Monitoramento em casos estáveis; embolização com molas ou stents para proteger o rim.

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Aneurisma da Artéria Esplênica

Embolização com cateter e microstent para manter o fluxo no baço, prevenindo rupturas com alta precisão.

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Guia completo

Entenda a doença em profundidade

O que é um aneurisma da aorta?

Aneurisma da aorta é a dilatação permanente e localizada da aorta — a artéria que sai do coração e leva sangue para todo o corpo —, com aumento de pelo menos 50% em relação ao diâmetro normal do vaso. Quando a parede da artéria enfraquece, a pressão do sangue faz o vaso dilatar progressivamente, como um balão que vai sendo inflado.

O risco central do aneurisma é a ruptura: quanto maior o diâmetro, maior a chance de o vaso se romper — uma emergência com alta mortalidade. Por isso, o objetivo do acompanhamento e do tratamento é agir antes que isso aconteça.

Os dois tipos mais comuns são o aneurisma da aorta abdominal (AAA), o mais frequente, e o aneurisma da aorta torácica (AAT). Também podem ocorrer aneurismas nas artérias ilíacas, esplênica e renais, cada um com critérios próprios de acompanhamento e tratamento.

Sintomas: por que o aneurisma é silencioso?

Na grande maioria dos casos, o aneurisma da aorta não causa nenhum sintoma. Ele costuma ser descoberto por acaso, em exames de imagem feitos por outros motivos. Essa é justamente a característica que o torna perigoso: ele cresce em silêncio.

Quando presentes, os sinais podem incluir sensação de pulsação no abdome, dor abdominal ou lombar persistente, dor no peito ou nas costas (nos aneurismas torácicos) e rouquidão ou dificuldade para engolir, quando o aneurisma comprime estruturas vizinhas.

Atenção: dor abdominal ou lombar súbita e intensa, com suor frio, palidez, desmaio ou queda de pressão, pode indicar ruptura ou ruptura iminente. Essa situação é uma emergência médica — procure imediatamente um pronto-socorro.

Quando o aneurisma precisa ser operado?

A decisão se baseia em critérios objetivos consolidados por diretrizes internacionais (como as da European Society for Vascular Surgery) e pela SBACV. Em linhas gerais, considera-se tratamento intervencionista quando:

  • O aneurisma de aorta abdominal atinge 5,5 cm de diâmetro em homens (em mulheres, o limiar tende a ser menor, em torno de 5,0 cm);
  • O aneurisma cresce rapidamente — mais de 0,5 a 1,0 cm por ano;
  • O aneurisma causa sintomas, independentemente do tamanho;
  • Há características anatômicas específicas de maior risco, avaliadas caso a caso.

Aneurisma pequeno: vigilância ativa não é "não fazer nada"

Aneurismas menores que os limiares de indicação geralmente são acompanhados com exames periódicos — em geral ultrassonografia a cada 6 a 12 meses — e controle rigoroso dos fatores de risco. Parar de fumar é a medida isolada mais importante: o tabagismo é o fator que mais acelera o crescimento do aneurisma. Controlar a pressão arterial e o colesterol protege a aorta e todas as demais artérias.

Muitos pacientes passam anos em acompanhamento seguro sem nunca precisar de cirurgia. Outros chegam ao limiar de indicação e são tratados de forma programada — cenário muito mais seguro do que uma cirurgia de emergência por ruptura.

Tratamento endovascular ou cirurgia aberta?

No reparo endovascular (EVAR para a aorta abdominal, TEVAR para a torácica), uma endoprótese é levada até o aneurisma por dentro das próprias artérias, através de punções na região da virilha. Ela cria um novo conduto para o sangue, excluindo o aneurisma da circulação. Quando bem indicado, oferece internação mais curta e recuperação mais rápida, exigindo acompanhamento por imagem ao longo da vida. Endopróteses ramificadas e fenestradas permitem tratar aneurismas complexos que envolvem os ramos da aorta.

Na cirurgia aberta, o trecho dilatado é substituído por um enxerto sintético. É uma técnica consolidada, com décadas de resultados, e permanece a melhor opção para determinados perfis — especialmente pacientes mais jovens, em que a durabilidade do reparo é prioridade.

Importante: não existe técnica universalmente superior. A escolha depende da anatomia do aneurisma, da idade e das condições clínicas de cada paciente. Todo procedimento tem riscos e limitações, discutidos em detalhe na consulta.

Quem deve procurar um cirurgião vascular?

Procure avaliação especializada se você recebeu o achado de dilatação da aorta ou ectasia em qualquer exame de imagem; tem histórico familiar de aneurisma; tem mais de 65 anos e é fumante ou ex-fumante; tem diagnóstico de doença genética do tecido conjuntivo (como síndrome de Marfan); ou sente pulsação anormal no abdome.

Receber o diagnóstico de aneurisma assusta — mas a informação correta muda o cenário: com acompanhamento adequado e tratamento no momento certo, a grande maioria dos pacientes tem excelente evolução. O Grupo Endovascular São Paulo mantém um núcleo dedicado às doenças da aorta, com mais de 50 mil cirurgias realizadas pelo grupo desde 2009 e cerca de 450 casos de alta complexidade por ano, com retaguarda em hospitais de referência de São Paulo.

Conteúdo revisado por Prof. Dr. Igor Rafael Sincos — Médico | CRM-SP 117.876 | Cirurgia Vascular RQE 126.825 | Cirurgia Endovascular RQE 132.643 · Doutor e Pós-Doutor pela USP · Fellowship em Harvard Medical School · Atualizado em julho de 2026

Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional, e não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento médico.

Diferenciais

Por que nossos tratamentos

01

Tecnologia avançada

Usamos as técnicas mais modernas em cirurgia vascular e endovascular.

02

Equipe especializada

Cirurgiões vasculares titulados pela SBACV, com formação em centros de excelência no Brasil e no exterior.

03

Foco no conforto do paciente

Abordagens menos invasivas para você voltar à rotina rapidamente.

Corpo Clínico

Quem são nossos especialistas?

Uma equipe de cirurgiões vasculares titulados, unindo experiência, tecnologia e atendimento humanizado no cuidado com você.

Foto de Dr. Igor Sincos

Dr. Igor Sincos

Cirurgião Vascular

CRM-SP 117876 · RQE 126825/132643

Foto de Dr. Manoel Lobato

Dr. Manoel Lobato

Cirurgião Vascular e Endovascular

CRM 112088 · RQE 35972

Foto de Dr. Paulo Laredo

Dr. Paulo Laredo

Cirurgião Vascular

CRM 5292 AM · RQE 2977

Foto de Dr. João Fukuda

Dr. João Fukuda

Cirurgião Vascular

CRM 47514 · RQE 94184/108815

Foto de Dra. Carol Mardegan

Dra. Carol Mardegan

Cirurgiã Vascular

CRM 155653 · RQE 85754/857541

Foto de Dra. Clara Freitas

Dra. Clara Freitas

Cirurgiã Vascular

CRM-SP 205328 · RQE 123529

Foto de Dra. Daniela Roth

Dra. Daniela Roth

Cirurgiã Vascular

CRM 25330 DF · 166762 SP

Foto de Dr. Gustavo Resstel

Dr. Gustavo Resstel

Cirurgião Vascular

CRM-SP 241025 · RQE 109806

Depoimentos

Quem confia na Endovascular SP

"
Ótima! Nota 1000.

Anita Henrique de Moraes

Google · 27/09/2024
"
Excelente atendimento, clínica bem organizada, colaboradores educados e prestativos.

Janice Martins

Google · 22/09/2024
Instalações

Estrutura moderna com tecnologia de ponta

Recepção da clínica Endovascular São PauloLounge dos pacientesEscada interna da clínicaSala de medicina hiperbárica Oxy PrimeFachada da clínica - Av. República do Líbano, 577

Localização privilegiada em São Paulo

Em área nobre, com fácil acesso e estacionamento próprio para uma experiência tranquila.

Ambiente moderno com tecnologia de ponta

Equipamentos de última geração para diagnósticos precisos e tratamentos minimamente invasivos.

Equipe médica de excelência

Especialistas titulados pela SBACV, liderados pelo Dr. Igor Sincos, doutor e pós-doutor pela USP.

Resultados

Nossos números falam por nós

+50 mil

cirurgias realizadas pelo grupo Endovascular desde 2009.

+13 mil

pacientes atendidos com dedicação, por convênio ou particular.

+3 mil

operações em 2025, com cerca de 450 casos de alta complexidade por ano.

"Membros salvos, vidas salvas: essa é a nossa missão."

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Atendimento exclusivo em São Paulo

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São Paulo - SP · 03337-020

FAQ

Perguntas frequentes

O aneurisma não regride espontaneamente, mas pode ser tratado de forma definitiva com cirurgia endovascular ou aberta, que excluem o segmento dilatado da circulação. Após o tratamento, o acompanhamento periódico garante que tudo permaneça em ordem.

Em geral, aneurismas de aorta abdominal a partir de 5,5 cm em homens (cerca de 5,0 cm em mulheres) têm indicação de tratamento, assim como aneurismas que crescem rápido ou causam sintomas. A decisão é sempre individualizada.

Aneurismas pequenos têm baixo risco de ruptura, mas exigem vigilância: exames periódicos para medir o crescimento e controle rigoroso dos fatores de risco, especialmente o tabagismo.

Nenhuma das duas é superior em todos os casos. A técnica endovascular oferece recuperação mais rápida; a cirurgia aberta tem maior durabilidade comprovada em pacientes jovens. A escolha depende da anatomia do aneurisma e do perfil clínico de cada paciente.

Sim. Após o tratamento e a recuperação, a maioria dos pacientes retoma suas atividades habituais, mantendo consultas e exames de acompanhamento conforme orientação médica.

Há um componente genético importante. Parentes de primeiro grau de pacientes com aneurisma têm risco aumentado e devem considerar rastreamento com ultrassonografia, conforme orientação médica.

Os procedimentos de correção de aneurisma com indicação médica fazem parte da cobertura obrigatória dos planos de saúde regulamentados. A clínica atende Omint Premium, SulAmérica Executivo e SulAmérica Prestige, e nossa equipe orienta a autorização junto ao convênio.